Estudo realizado com mais de 12 mil brasileiros, publicado no periódico científico Neurology, mostra que o alto consumo de alguns adoçantes artificiais pode estar associado a um declínio mais rápido da cognição.
A pesquisa, feita por pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, monitorou o consumo de sete tipos de adoçante durante oito anos.
O resultado mostra – conforme publicação feita pela própria USP e pelo ´Estadão´ – que o declínio cognitivo foi 62% mais acelerado entre aqueles que consumiram.
*notas repercutidas na coluna Aparte, assinada pelo jornalista Arimatéa Souza.
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