No quadro semanal “Português Nosso de Cada Dia”, do Jornal da Manhã, o professor Golbery Rodrigues explicou o significado da expressão “tecnologia assistiva”, termo cada vez mais presente nas discussões sobre inclusão e acessibilidade.
Segundo Golbery, a palavra “tecnologia” não está necessariamente ligada a equipamentos eletrônicos ou recursos sofisticados.
“Uma tecnologia pode ser um recurso, uma estratégia, um produto ou uma solução criada para resolver determinado problema”, explicou.
Já o termo “assistiva”, conforme o professor, está relacionado à ideia de assistir, auxiliar e oferecer apoio. A partir da junção dos dois termos, tecnologia assistiva pode ser compreendida como um conjunto de recursos, estratégias, metodologias, práticas e serviços voltados a ampliar a autonomia, a participação e a inclusão de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Foto: ParaibaOnline/Arquivo
Golbery apresentou exemplos que mostram como o conceito pode estar presente em situações simples do cotidiano. Na escola, por exemplo, um engrossador colocado em um lápis pode facilitar a escrita de um estudante com dificuldade para segurá-lo. Leitores de tela, materiais em braile, audiodescrição e recursos de ampliação também são exemplos de tecnologias assistivas.
Ao finalizar, o professor destacou que a inclusão pode depender tanto de recursos sofisticados quanto de adaptações simples.
“Às vezes, uma tecnologia sofisticada transforma uma vida. Em outras situações, uma adaptação muito simples já abre uma porta que antes estava fechada”, afirmou.
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